quinta-feira, 15 de abril de 2010

Moral..., média..., maioria..., e os EVA-angélicos

Eu fico imaginando se a gente tivesse que a todo instante ter que demonstrar/revelar o nosso ‘corpo’ e se fazer conhecido para quem desejasse nos ver [olhar físico e corporal], e nesta ocasião termos que nos esforçar para mostrar para ás pessoas que/quem somos nós.
E mesmo sendo alguém, assim como somos, gente, teria também que a todo o momento dizermos: Hei, este sou eu, esta é a minha pessoa, olha na minha cara, e veja os meus detalhes, ou seja, eu possuo um corpo biológico!
Todavia, o mais fascinante de tudo isso, é que não precisamos dizer nada além de que mentalmente estamos conscientes de ser, sem precisarmos necessariamente carregar na consciência, ou mesmo provar para a matéria estática que é gente apalpável. (rsrsrs).
E é bem simples assim!
Você concorda?
Sim, porque nós só nos lembramos que temos um corpitcho quando alguma força é exercida diretamente sobre ele... O máximo o que falamos é: esta é a minha imagem como pessoa, e não, este é o meu corpo, constituído de cabeça, tronco e membros...
Da mesma forma você não precisa mostrar o seu caráter a todo instante... Deve apenas mantê-lo consigo para sempre.
Talvez o nosso big problema em relação a Moral e ao caráter se origine da psicose inerente a Queda. Vislumbramos desde os primórdios das civilizações com uma Moral fabricada pelos própios discípulos da marginalidade!
Moral é um acordo que pode ser tácito ou formalmente estabelecido por uma determinada sociedade humana. Moral é fronteira que os humanos elegem para se ‘elevarem’ uns dos outros; e, sobretudo para ‘diferenciarem-se’ dos comportamentos que são marginais aos sabores, práticas ou entendimentos pessoais da maioria. Além disso, ela é quase sempre nascida no berço das hipocrisias das elites; sejam elas religiosas, políticas, econômicas, culturais ou filosóficas.
Ah, e mais do que nunca, Moral, também, é um fenômeno de natureza inconsciente coletivo, e que se derramam como chuva torrencial sobre cada geração – “as gerações passam, mas a minha Palavra permanece” (Jesus Cristo).
Sua durabilidade não é longa. Varia de tempos em tempos, mas no tempo em que está VIGENTE, torna-se um valor absoluto da maioria contra as minorias...
E esta é a ironia: minorias a impõem sobre uma a maioria[o maioral], e, depois, esse código se volta sobre os milhares de minorias, que, inconscientemente, “assinaram” o acordo” [faça uma rápida leitura de sua conversão pra cá e veja se isso não acontece nos ambientes religiosos o qual você, talvez, hoje se encontra?].
Além disso, Mo-ral é a hegemonia dos “conceitos de normalidade” que se transformam em instrumentos de juízo contra todos os diferentes: esses, em geral, são seres inexplicáveis e incompreendidos pela média e suas mediocridades. Por isto, a Moral é o berço de todas as medio-cridades, pois, na média e na maioria não há criatividade e nem liberdade de ser!
Ora, e no ambiente moral da re-ligiosidade não é diferente do ambiente moral universal. Posto que a liberdade de ser e todas as conquista dela decorrente, sempre vieram dos marginais da Moralidade vigente. E isto é mais fácil mostrar na Bíblia até mesmo do que no resto da História Universal. E somente por uma razão: Nas Teologias da Terra, onde se fundamentam as morais universais, não existe o conceito de Graça. Portanto, as normas legais de regulamentação das relações entre homens, acabam sendo as mesmas que usa para tentar regulamentar as relações dos homens com Deus.
Prova disso ocorreu quando nestes dias, o Davi Silva (Min. Casa de Davi) confessou diante da sua comunidade, e trouxe ao público no seu site: http://casadedavi.wordpress.com/ o fato de que desde 1999, percorrendo as nações e por todo o Brasil, levando um TRISTE-MUNHO..., isso não é fuxico, acesse o site  dele e confira pela boca do próprio Davi Silva.
O citei apenas para dá um exemplo do que habita nos porões da cristandade EVA-angélica [deve ser a hereditariedade MORAL das mitocôndrias de mamãe Eva que deu comtinuidade a raça humana caída]!
Diferentemente do verdadeiro ambiente existencial da Graça e que ensina  que na base do amor divino, o perdão como dádiva divina..., A graça de Deus é AMOR-Al e não barganha com a MORAL da maioria, da média, e que se considera literalmente O MAIORAL diante dos que estão á margem...
Quem crê que o ladrão que recebeu a revelação de Deus em Cristo, na Cruz, e foi convidado a ‘viajar’ de sua própia cruz para o Paraíso, o foi por uma única razão; isto é: porque o julgamento do homem contra aquele que quebra a lei-MORAL, não tem relação de Causa e Efeito na presença da Cruz de Cristo – Sim! Quem assim crê, entende o des-significado da Moral diante de Deus!
Sim, quem crê dessa forma não pode acreditar em nenhuma Teologia Moral. Isto porque aquele que era julgado pelos homens estava sendo, enquanto isto, justificado pela fé e sendo convidado a aceitar a quebra do carma humano, abraçando a Jesus, naquele mesmo dia, no Paraíso.
Ao Davi Silva sugiro: Converta-se a Verdade absoluta do Amor da Graça de Deus,  que é o genuíno Evangelho no ambientes do coração e do espirito, e perceberá que isso é o sufuciente para que haja saúde para ti, e quantos ao Evangelho da Graça se entregarem...
Portanto, meu irmão, busque a Paz-paz + Santifica-Ação = PACIFICAÇÃO , CONSIGO MESMO e com os demais que vivem no mesmo chão das relatividades ambíguas que é do  própio existir existindo..., sim, cultivar a santidade da Paz, sem a qual ninguém verá a Deus!
E nem mesmo aqueles que dizem: “Eu o vejo e o ouço falar!”.
Mano Serafim