segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Sem aguar o Dom do Amor...



Eu não falo em línguas estranhas, porém, falo o mesmo idioma da Graça que no simples clicar em conectividade com Deus, conecta todos os seres vindos à existência como única fórmula a fonoa(amor)udiologia de cada espécie...,
A Babel lingüística da não verdade demasiadamente conhecida pelos homens ofusca o brilho da verdade que o amor carrega em si numa só palavra: Dádiva...,
Ainda que [eu] não fosse quem e como Sou e o amor de mim fosse apenas um sentimento recíproco..., ainda que eu falasse as línguas dos anjos e soletrasse a vida aos homens. Eles não me iriam reconhecer. Seria apenas um surto da minha presunção...,
Vaidade e loucura não me adicionam – Verdade e Graça me expandem as camadas mais profundas dos relacionamentos...,
A verdade nunca falha, mas quem hoje mente antes disse a verdade sem amor!
Ambivalência em um contentamento descontente e dor que desatina sem doer – tá na cara que isso só pode ser amor.
O amor não mente e não finge que perdoou...
Prender o choro é aguar o Dom do amor!
É um não querer, mas que bem querer – é estar-se em claustro por vontade. Sabendo que se perde aqui para vencer ao lado do Vencedor.
Solidário mas sobrevive quase sempre solitário...,
O amor ergue o caído e firma o vacilante; o amor fortalece a esperança dos desesperançados escreve em linhas tortas pelo portal da percepção.
O amor não tem bandeira e nem fronteiras para defender.
Não interessa o que o bom senso diz, não interessa o que diz o rei; se o jogo não há juiz não há jogada fora da lei; não interessa o que diz o ditado; não interessa o que o Estado diz; somos crente subversivos, nós falamos outra língua e moramos em outro País.
Não interessa o que o mundo diz, não interessa o que o povo diz...,
Somos o povo escolhido habitaremos em outro Jardim.
Como eu nunca permaneci menino entendo que os homens precisam se tornar meninos para que de mim se façam espiritualmente adultos no pensar e no agir...,
Eles me conhecem em parte, e desconhecem a outra cara metade que fará deles perfeito!
Assim como perfeito Eu Sou. Conquanto quando vier o que é Perfeito em tudo, então o que é em fragmento será destituído completamente de sua ignomínia bárbara.
E quando isso se cumprir definitivamente eu serei reconhecido como deveria, pois, eu sempre estive no mundo, embora poucos me reconhecessem, e de mim tornassem vida pra suas vidas.
Mas de quem escrevo?
Daquele que é a verdade e amor e o amor faz dele a verdade para os homens santos, em tudo nesta vida como também na vindoura. Daí ser eu conhecido por Quem e como quem conhece de fato a Deus!
Maranata...,
Vem senhor Jesus!
Mano Serafim
Feira-Ba
23 de Janeiro de 2012