quinta-feira, 11 de julho de 2013

Fui apenas flagrado buscando e achado em mim mesmo.


Fui criado com inteligência ínfima apesar da complexidade cerebral que me faz um ser ímpar no universo palatável não revelado a percepção de meus retalhos. 
Da mente imanentemente cósmica, uma fonte de vida inesgotável flui dentro de mim águas vivas, jorro-as aos litros de sempre se ser um renovo psico-espiritual em inexorável direção mar adentro.
Sou ser finito no temporal. E infinito na minha existência espiritual.
Sou pensamento consciente limitado, e ilimitado na intuitividade hominal do meu inconsciente quase que nunca explorado.
Sou materialização plena no mundo real. Não plástico, todavia dotado de milhões de neurotransmissores que me fazem sensorialmente conectado com o mundo de dentro e com o Mundo de fora.
Sou matéria viva com espírito vivificado, porém vivo como que morto em demanda mental de matar todas as psíquicas ameaças que me matariam num só golpe, a alma.
Sou alma vivente em corpo material. Tangível ao toque e sentido pela emoção dos olhos que enxergam com o coração a imagem do bendito. Nisso se reside luz nos olhos de quem me percebeu sem cheirar.
Sou parte do Ser Universal, sou Eco, Sou Gente, sou dor. Sou homem, sou santo e pecador, pois, a humana-humanidade que habita em mim tenho por mais sagrada.
No mundo infinito das almas, fui achado por mim quando eu mais me desesperei. No grito da alegria compreendi o doce da amargura. A fé sem fel. O Suave sem espinhos e na rosa sem cor. No meu íntimo sagrado meus demônios se espalharam.
Sou um ser aprendiz das leis universais. Causa e Efeito. Dar e receber. Subiu tem que descer. Bem por Bem e Bem por mal. Que mal eu saiba, a dor pior é o pior da dor, o louco desejo de não sentir dor.
Sou sábio de mim mesmo, o mesmo segredo que muitos dizem que guardam no oculto. Explicita, santa ignorância. Fui sou estou aprendiz eterno no mundo celestial.
Nada sou diante do Senhor, mas sou mais perfeito do que aqueles que se julgam acima do amor do Criador.
Eu, Mano Serafim