sexta-feira, 11 de julho de 2014

E quando...


E quando tudo nos for desselado (retirado o selo) em nosso pseudo-entendimento...
E quando o entendimento do que real sempre foi, for o nosso entendimento real.
E quando o real (partes separadas analisadas de um todo) deixar de ser o nosso desentendimento afixado pelos nossos senhores pré-conceitos concebidos preconceituosa-Mente.
E quando do todo, todo olho ver o real entendimento dAquele que é o único ser digno de nos transmitir o correto entendimento da realidade invisível aos nossos sentidos limitados, como todo o entendimento do que seja a nossa condição caída diante de Deus. Diante da esmagadora realidade de que somos todos iguais na essência (todos pecaram e separados se tornaram da presença de Deus).
E quando o inesperado juízo fizer presente com o peso da realidade existente antes da fundação do Mundo.
E quando todos os desdobramentos se reduzirem á síntese de que o amor carrega a liberdade habitando em si, e Nele enchendo todos os espaços em universos mil.
E quando o tempo (éon) se mostrar o imediato a manifestação de quem vive na luz inacessível da eternidade.
E quando a vida probatória se curvar diante da ressurreição de todas as mortes até aqui.
E quando o que haverá de vir se fizer do hoje sem indiferenças grotescas na espécie humana.
E quando a pluralidade se formatar á ideia de uma multiforme graça por partes de um todo, sobre todos, em tudo.
E quando a verdade de Deus for a verdade na alma e na boca de todos que, na escuridão espiritual habitam de corpo e alma.
E quando o testemunho do evangelho for a prioridade de cada indivíduo subjetivamente, mas crido coletivamente.
E quando o amor dissolver os muros das "loucas" indiferenças entre os que são (não sendo) e os que não são (já sendo), porém todos apenas pensam ser o que (não) são.
E quando o improvável for a certeza fatídica de que, a vida seria menos exigente e mais razoável; menos doída e mais suave; menos complexa e mais simples.
E quando na vida as circunstâncias nos cobra fé. E a fé por sua vez, nos fomentar o vigor da resignação. Posto que se a vida é também sofrimento, ela é também alegria.
E quando a saúde mental estiver comprometida pelo lixo psicológico lançado pelos ditos formadores de opinião pública. Um mundo dos que amam as aparências e a auto-estima e que mais parecem que vivem de ilusões e ausência de realidade.
E quando abandonarmos de verdade o Mundo e nos inclinarmos para a Vida que Deus tem de fato para nos dar.
E quando o amor no casamento se acaba de vez.
E quando o sacerdócio de ser bom nesta esfera humana torna-se um dever de ser bom.
E quando o bem tiver aniquilado todo o mal, mal este que parecia existir pela ausência do bem nos homens.
E quando a nova consciência no Espírito for dentro de nós gerada e ter nos revelado o que somos de fato, quem fomos, e porque existimos. O último nos põe novamente no Caminho da Graça.
E quando todos os "Quandos" nos servirem de pretextos para o nunca.
Saiba que, é o diferente quem sempre muda, pois ele é ele mesmo sempre, porém jamais deseja permanecer sendo a mesma pessoa.
Pense nisso!


M Serafim