quinta-feira, 31 de julho de 2014

Quem, Jesus?




Existem tantos diabos que nem chegaram ao inferno , mas fazem da vida de muitos um inferninho gospel indesejado.

Todo mundo sabe que Jesus é o Filho de Deus, não sabe? porém nem todos reconhecem em Jesus a veracidade da Palavra de Deus. Certo?!

Quer ver?
Observe na maioria das igrejas se os mediadores de gesso, madeira e de carne não dão de pau em Jesus?
Observe a idolatria ás doutrinas eclesiásticas, as visões, aos ministérios pessoais de homens, as heresiologias disseminadas em nome de Jesus, se não existem mais seguidores do que o próprio Jesus dos 04 evangelhos possui?.
Observe a luta dos cristãos evangélicos judaizantes em perpetuar o A.T.(suas ordenanças, moral, oblações, dízimos e penitencias), cuja Aliança fora aniquilada pela Encarnação e ressurreição do Cristo de Deus.
CRER QUE EM JESUS TUDO ISSO OU MAIS FORAM ANIQUILADAS PARA SEMPRE É DE UMA DIFICULDADE RELIGIOSA SOBRENATURAL. Aliás, quem abdica de tudo isso e das culpas outorgadas pela religião para viver em Cristo e livre de todas as imposições e jugos é um fardo para a religião dominante e criadora da verdade que salva o perdido.
A idolatria da Lei é tão imensa que, fizeram da Bíblia a palavra infalível de Deus. Embora na Bíblia se encontre o evangelho da graça de Deus. o A.T. tem um peso esmagador em tecer a moral, a relação e a sua aplicabilidade cultural na vida dos crentes de bíblia e de igrejas.
Reconhecer em Cristo a veracidade única como a Palavra de Deus encarnada na história e na espiritualidade existencial da Igreja orgânica hoje é simplesmente uma blasfêmia para os promotores de cultos do Deus narcisista e extremamente mal humorado cristão.
A massa de evangélicos judaizantes que formatam a cristandade protestante da instituição cristã que tem crescida ultimamente, põe em cheque a "cabeça" do divino, ou seja, usurparam o lugar de Jesus como o cabeça de toda Igreja edificada em Deus. Nestes ambientes de poderes religiosos e politizados, a "causa" virou negócio. Sendo assim, rasgar todo o escrito da divida paga por Jesus na Cruz é dar um tiro no pé do próprio sistema de cota$ religio$o.
A religião não sobrevive sem o "mal", o mal tem que ser personalizado, e tem que existir um lugar de "sofrimentos" para essa gentaiada incrédula ir morar eternamente(se não tiver ela fabrica um local de suplícios eternos) . De outra forma, não há o que Deus cobrar dos fiéis; o que se restituir (assalto do diabo) diante do clamor que move o "coração" de Deus, para não dizer: o seu bolso ( do otário do crente fiel a cegueira espiritual da igreja).
Deus é aclamado nos currais de poder - poder Ele possui - Ele só não pode do seu poder fazer nada na vida de quem escolheu deliberadamente, gado ser.
Quem manda nestes ambientes manipuladores é o homem, onde os seus caprichos-atributos sacerdotais geneticamente herdados de Hofni e Finéias devem ser sempre obedecidos sob judici humano do medo e da ignorância.
Deus que opine para vê o que provavelmente possa lhe ocorrer como punições de não receber mais louvores gospel, orações com lágrimas de crocodilo, confissões positivas regadas de testemunhos de milagregélicos e de poder para ajudar ao Eterno a evangelizar o mundo (imagine do que seria Deus sem nós, hein?).
Daí o controle instalado na cabecinha de quem é massa de manobra e acéfala...
Fazer o quê, né?
Mas entendam, o Diabo não tem nada a ver com este circo e shows dos evangélicos que fingem ser do evangelho, estes que fizeram o Evangelho, evangélico, porém do evangelho não são de fato.
Inferno mesmo é pregar o céu aos outros e tendo a alma em aflição de espírito e com a mente perturbada pela mentira de fingir estar de bem com Deus e com própria consciência de discípulo, mas a verdade é amarga-mente outra.
É mais confortável viver na mentira e fingir crer na verdade, posto que não exigem renuncias próprias e nem desconforto para com este sistema maligno religioso e pagão.
O paganismo religioso é tão veemente que, o Jesus da Bíblia é sempre relativizado diante de todas as "sacras doutrinas" ensinadas na instituições e para a formação de seus discípulos...
Imagine só, se Jesus retornasse hoje á terra. De/do que estas pessoas iram chamá-lo ( e você)?
De Palavra de Deus ou de Bíblia?
De evangélico ou de cristão?
De Deus na sua essência da verdade e ser ou de Diabo encarnado e opositor do vigente sistema religioso infernal?
Visto que a abordagem do Senhor será face a face e individual com cada um de nós...
Seria Jesus capaz de nos enviar para o Inferno?
Como você ler a Bíblia? Em qual condição a lê?
Como um judeu, como um tolo ou como Igreja?
Responda-se!

M Serafim