segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Eu só acho...


Antes de ler Freud quem leu Kierkegaard apenas encontrou um Freud "recalcado" com a realidade e com o peso da existência - "Doença até a Morte". 
Sei, agora é só ler o Freud para desfreudinizá-lo de nós (eu acho).
Antes da modernidade o existencialismo provocou uma teologia existencialista que até Barth se converteu a ela (risos), mas hoje quando se pergunta qual teólogo ou leigo já leu Jürgen Moltmann ("Teologia da Esperança"), eles arqueiam as sobrancelhas se tratando de um alienígena marciano do passado. 
Antes o pai do existencialismo era Kierkegaard, mas hoje em terrenos filosóficos que porventura nos dão "um sentido para a vida", a educação ocidental reflexiva tem sido calcificada no existencialismo ateísta de Sartre (cujo indivíduo fez nome nas costas largas do Dinamarquês Sören - mas eu só acho, risos).

Mas o que eu acho (posto que não tenho certeza de...risos) é que "antes" o Sigmound "andava de mãos dadas em laços de afinidades psicológicas" com F. Nietzsche (contemporâneos, segundo o romance fictício de Irvin Yalom - "Quando Nietzsche chorou"). Entretanto a galera diz que foi o Nietzsche quem morreu louco em devaneio solitário..
Antes no site do Rev. Caio a galera lia e entendia tudo assim como as suas antigas pregações, mas hoje a galera re-co-gi-ta o que o mesmo sempre disse e pregou acerca do evangelho. E eu só acho.
Antes Freud explicava hoje "os Flavios" explica tudo (em tese, um teórico) para "todos" como o "tudo" que nem mesmo o Freud discerniu dissecando o seu próprio inconsciente (não mais que 5%). 
Antes se ouvia sobre a religião cristã imperialista ocidental, hoje se cogita a hipótese de o cristianismo histórico sair das cátedras de Romanas ás catacumbas sociológicas latinas socialistas americanas. Sim, "quando os homens exercem seus podres poderes".
Antes o vernáculo português era de Portugal, mas hoje "é" também nosso (isso aqui eh uma piada, viu, eu acho - risos).
Antes o Saramago escrevia seus insights sem pontuação e atropelando a língua portuguesa "ofendendo" a gramática e ninguém dizia nada ( eu acho, rs) , mas quando se escreve aqui na rede, "estes" são "obviamente" intitulados iletradamentearrogantes (eu só acho). 

Saramago era o sara-Mago, mas nunca sarou o Balthazar Blake (Aprendiz de Feiticeiro). Muitas letras com pouca profundidade não me atrai e nem me repele. Claro, eu só-MENTEmente acho (vou rir novamente, posso?).

O Rev. Caio é apenas o Caio e nunca deixou de ser ele, Caio ( eu acho) eh como o vejo, porém muitos de si, divorciando-se de si, CAIOficaram-se (eu acho que...).
Freud disse muito e muito do que disse obteve cura de quase tudo ("Mas o quase tudo quase sempre é quase nada") que represava na alma como traumas.
O Kierkegaard cujo irmão meu mais velho (me identifico) morreu aos 42 anos de...
De um "Diário de um Sedutor a um "Conceito de Ironia" - Regina Olsen seria a culpada (brinco apenas, rs).
Pera aí, eu tenho 42 anos e ainda estou vivo e de amores não morro mais (risos debochados).
Esqueci da ortodoxia de Chesterton e da criatividade de C. S. Lewis dois intelectuais de grosso calibre pelo qual século presente não seria digno de tê-los como pensadores ortodoxamente graciosos. Lewis que o diga.
Volta e meia eu retorno a ortopraxia...minha não, a da fé no evangelho puro e simples de sempre!
Re-re-cogito o dogma a-Lutero e caricaturado à imagem e semelhança do que seja O evangelho, e a favor de Agostinho sou eu (um dos meus pensadores cristãos preferidos, e quem não sofre de predileção reflexiva, quem não?),é porque sou a favor dos "pobres", como bem colocou Huberto Rohden...
Mas eu só achoooooo!
Tenho certeza não gente (creiam).
Lembro-me de que quando fui fazer análise não concordei com as técnicas freudianas do psicanalista, pois, sou mais analítico, Jung poderá ser discutido?
Ambíguo eu?
Eu só sei (sem nada achar) que não sei e o que sei se remete ao ANTES.
Antes era (o) tudo que hoje dizemos como o todo, Graça.
Venha aqui, só mais uma coisa, o rei Salomão já discernia tudo isso (eu só acho).
M Serafim