domingo, 10 de agosto de 2014

Amém, amem!


Não há amor que não se sirva da bondade de quem ama...

Quem se serve da bondade que habita no amor, ama com liberdade.

A liberdade é coisa boa, sem clausuras, sem podas desnecessárias, sem economia de ser feliz por si saber que é feliz sendo livre conscientemente.
Consciência todo mundo tem, ou melhor, deveria ter uma...mas quando dela nutrimos de amor ao Outro tudo se apazigua.
Sirva-se de toda bondade que existe na escala evolutiva do amor. Sirva-se demasiadamente sem reservas, aliás, reservas só há quando a bondade vem desprovida de amor (se a minha alma decidiu ser boa ela então decidiu amar); amor sincero é repleto de bondade. Sirva-se da companhia do amor em todas as circunstâncias, pois, ninguém sobrevive uma liberdade que limita o amor. O amor é capaz de livrar o ser de surtar, o amor é poderoso para reconstruir o relacionamento trincado pela estupidez. O amor benquisto é o bom da relação...
Relação que não contém amor, é amor de doido...doido se mata por amor, doido mata por amor, doido morre de amor...
O amor cura a doidice, sara da loucura e cicatriza a ferida da alma.
Bondade tem por codinome: amor.
A doçura da vida só é essência palatável quando adoçada de amor.
O amor reverte todos os conceitos deterministas, sejam eles pré-conceituosos pre-concebidos, pré-ditos...pré-estabelecidos.
Amor é bondade e a bondade do amor está em ser(mos) bom. Bom seria que todo amor fosse amor bendito. Bendito amor que nos faz ser bons. Bom mesmo é Deus, Deus é amor bendito. Dele nos vem o amor. Perfeito não somente na descrição, mas na verdade de ser perfeito no amor. Quem ama já começa a ser perfeito.
Ser (um) ente do amor e que ama sempre, é ser gente fina de Deus.

M Serafim