quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Quem é o seu Tutor?


OS QUE PERTENCEM A GRAÇA ENTENDERÃO (risos)
Sim, tem gente que não evolui na Graça.
Eternos meninos e meninas do "Éden-jardim de infância" no discernimento espiritual...
Gente que fica grande, adulta, homem, mulher, mas envelhece criança no entendimento do evangelho.
Gente que permite que a religião dês-embeleze a sua alma.
Gente engessada pela...
Gente que se tornou frouxa para carregar a sua cruz e seguir a Cristo.
Gente que literalmente ama a Lei que literalmente mata com todas as suas le(i)tras.
Gente que nunca chega ao conhecimento da verdade e nunca conclui que o fim da Lei é Cristo.
Gente que se acostumou a ser guiada para sempre pelo "aio" ou "tutor" no aprendizado sempre.
Gente que não gera gente do evangelho, mas pare gente conforme a sua auto imagem e auto semelhança (discípulos do si mesmo).
Gente que evolui, gente que cresce, gente que torna-se adulto espiritualmente, é gente que discerniu em seu bom tempo que a Graça é melhor que a vida.
Gente grata para com Deus e grata para com a vida.
Gente que não permite que a instituição ocupe o lugar de Jesus em sua vida...
Infelizmente as coisas não são como Deus gostaria que fossem para todos.
A gente pensa que sabe alguma coisa sobre nós e damos um salto em direção aos outros, no intuito de ajudá-los a tentar vencer os vossos dramas...
No primeiro século, houve muitos problemas entre cristãos porque alguns não entenderam este fato.
Continuaram guardando a lei de Moisés, insistindo, por exemplo, que a circuncisão era necessária para ter comunhão com Deus.
Paulo procurou corrigir este erro.
Hoje, há muitas instituições cometendo o mesmo erro.
Algumas ensinam que a lei do sábado ainda está em vigor, e guardam regras sobre alimentos.Outras voltam ao Antigo Testamento para defender o dízimo, o sacerdócio, ou alguma outra prática que fazia parte do "aio".
É um grave erro com terríveis consequências: "De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes" (Gálatas 5:4).
Gente, Jesus aniquilou a LEI e o seu "aio" assassinado-a naquele maldito madeiro.
Ele sim, é o nosso Tutor!
M Serafim 28-12

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Aqui estamos, Senhor.



Jesus é o Deus que salva.
Portanto, Senhor, salva-nos do medo de termos humanamente medo de alguma coisa nesta vida.
Senhor, dá-nos da vossa coragem nos momentos certos de exercitarmos o não-medo de amar alguém.
Deus nos salva em Jesus todos os dias no tempo do agora.
Entra ano e sai ano e a nossa salvação se aproxima de cada um de nós já salvos pelos amor de Deus em Jesus.
Jesus é aquele amigo não-objeto, porém o próprio presente natalino, cuja essência sua está no doar-se sempre.
Eu não defendo nestas linhas e nem tampouco nas entrelinhas que Jesus tenha uma data natalícia para ser reconhecido como o Salvador do Mundo. Eu não fico grilado com este negócio de datas...
Natal todo mundo tem. Se não tem, cria o seu.
Uns, um péssimo Natal e outros um Natal feliz.
Deus nos salve de todos os nossos sonhos de um Natal sem confraternização, solidariedade e reflexão.
Salve, salve, Jesus é quem livra a todos de tudo.
Salva-nos Senhor de nossas "bondades" e "salvações dualistas".
Salva-nos dos homens opulentos e das más relações que nós mesmos causamos uns aos outros.
Perdoa os nossos erros.
Salva-nos Jesus, de toda ignorância social, espiritual e política.
A política quando baseada nas boas obras sociais e das Boas Novas faz com que o Natal seja perene o ano todo. Inclusivo, educador e pacificador.
Salva-nos Jesus, do cotidiano violento e da soberba da vida de nossos EGO-altares.
Salva-nos Jesus, da nossa manjedoura arrodeada de lobos visíveis e sugadores dos cérebros sadios da massa ignora.
Livra-nos do foco destruidor daqueles que nos veem como objeto de suas taras, fetiches e desesperos.
Senhor, cura-os em Teu Nome!
Jesus nos salva de toda força que trabalha contra a sua Graça de nos fazer pessoas mais humanizadas.
Jesus tenhas misericórdias de nós e nos ajude a compreendermos os "estranhos", os diferentes, os impacientes e os evidentes -, dadivando-nos de poder de teu amor espiritual.
Há muito tempo que eu deixei de tomar leite materno e passei a me alimentar com o leite novo e mais consistente da (tua) Palavra.
Por favor Jesus, salva-nos de todos os nosso sofismas natalícios onde o amor seja apenas praticado como um rito pagão e de uma nostalgia que jamais irá nos redimir de nosso auge egoístico.
Tem gente que é papai-noel e mamãe-noel todos os dias. E eu queria ser um desses bons "pagãos"!
Senhor, salva também o "papai-noel" dos nossos infantes juízos.
M Serafim

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Com o passar do tempo...


A gente aprende a ser mais religioso que mesmo evangélico.
Com o passar do tempo, a gente desaprende a ser gente simples, alegre e solicita com toda a sorte de gente.
Basta observarmos quem são aqueles que fazem parte do nosso círculo, cultura gospel e anseios...
Com o passar do tempo, a gente se bestifica com certos ensinamentos que vai nos raptando "o ser" aos poucos.
"Supusitoriamente" somos transformados em "híbridolatras" daqueles que mandam em nossas cabeças.
Com o passar do tempo, a gente não percebe, mas acontece que, a gente vai sendo burrificado racional-Mente por não mais perceber que a manipulação religiosa afeta também o nosso desejo de ser feliz com o que somos; pelo o que temos e pelo o que não temos.
Com o passar do tempo, a gente deixa-se encher de tudo aquilo que NÃO É evangelho para a alma e que evangelho não seja.
Com o passar do tempo, a gente vai morrendo emocionalmente, sensivelmente e sensitivamente através do engendramento psico-mental de que, a doutrina determinista da comunidade é a Palavra de Deus que nos restaura, nos cura e nos liberta.
Com o passar do tempo, percebemos que perdemos um puta-tempo, sendo um tempão enganados, roubados e magoados pelos lobos visíveis do rebanho universal do Bom Pastor.
E com isso, soma-se o número enorme de almas feridas, adoecidas e violadas por este Sistema diabolicamente capitalista e religioso.
Pelo qual vê as almas humanas como: $.
E é com um tempo que a instituição deixa de ser uma célula, um órgão, uma parte de seu corpo dentro de você/nós. É mais fácil livrar-se de uma dependência química da cocaína que da dependência emocional de uma igreja.
Ora, amigos, eu sei do que estou vos falando agora.
A "igreja" durou um tempinho para de mim divorciar-se, aliás, de eu ter me divorciado da mesma.
Encontrar-se com Jesus é encontrar-se consigo na vida. É encontrar um tesouro mais valioso que a própria riqueza material.
O encontro com Jesus resgata a nós de nós.
Resgata a nós de estarmos vivendo a vida de outros.
Resgata a nossa necessidade de sermos exclusivamente propriedade Dele sem perdermos a nossa riqueza essencial, que é a nossa personalidade, o nosso próprio ser.
Isso acontece com todos, os de fora quanto aos que se intitulam "dentro" do aprisco do Sumo Pastor de almas.
Conhecer Jesus é tudo!
M Serafim

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Lógica?


QUEM RACIONALIZAR(O TEXTO) EM BUSCA DE UMA LÓGICA, IRÁ SE FERRAR. MAS SAIBA, EXISTE UMA RAZÃO LÓGICA.

Lógica?
Em tudo desejas vê-la.
Claro, mas é lógico (risos)!
Deus falou pelos beiços de um asno...
Raciocina aí homem.
Quer saber tal lógica?
Não há lógica, mas apenas uma disposição de se comunicar da parte de Deus com o animal racional carnal, o bípede homem.
Vê?
Qual estado "carnal" homem vós se encontra?
Quem possui a faculdade de auto-exame não paga mico (risoss)!
Psiquicoespiritualmente caidão?
Uma sugestão carinhosamente prática: Vá e creia no Evangelho. Feito isso, discernirá que, no estado reprovado em que jazia a sua alma, Deus jamais poderia ser Deus em sua vida!
Posto que estás em "carne na carne" (condição reprovada psico-espiritual) e não discerne o que seja adorar a Deus em espírito e em verdade...[...]...,
Está além do cognitivo intelectual.
Contudo, tudo seja uma questão do Seu doce amor em se aproximar de nós...a mecânica de sua graça maravilhosa em nosso espirito outrora em estado de hibernação.
Mas agora, VIVIFICADO!
Lógica?
Agora irei desdizer (risosss).
Perdão, sim, há uma lógica, mas não a sua, a Dele, em Cristo, visto que Deus só poderá ser compreendido, crido, e "sentido" pela mente e coração humano através da Encarnação - O Verbo se fez homem!
Pela "lógica" da Cruz, cuja única razão, amor!
M Serafim

domingo, 22 de novembro de 2015

Com Jesus na vi(d)a é sinônimo de festa



Siga andando e lá adiante saberá que os fortes neste chão, são justamente aqueles que em si e dentro de si viram dores, decepções, angústias mil, solidão, tristezas, perplexidades 

e que beijaram o absurdo.

Mas por um instante, aquiete-se, assente-se, reflita.

A vida é uma verdadeira festa. 
Seja(mos) grato(s) e celebre(mos) a vida com bastante festividade existencial.
Num casamento, puxaram a Jesus num canto da casa e disseram: "A festa acabou, o vinho foi pouco em relação a quantidade de convidados"
Em outras palavras, rá-ré-ri-ró-rua para todos os convidados, inclusive, para Jesus, sua mãe e os seus discípulos.
SQN!
Disse-lhes Jesus: Desemboquem os vasos(talhas) do vosso ritual religioso que eu hoje vou fazer transbordar de vinho novo (grifo meu)!
Resultado. Qual festa acabou?
A Boda de Caná?
Nanani-nana-não.
Hahahaha!
Com Jesus na (nossa) vida, tudo é uma festa.
Irá fazer uma festa?
Chame, convide Jesus.
E tudo há de ter sentido....
Abundância de alegria, celebração e muita festa!
A vida com Jesus é assim, uma festa a ser sempre celebrada.
Na vida temos muitas aflições.
Mas tenhamos bom ânimo para superá-las Nele.
Mesmo que a festa acabe, a alegria e o sentido de viver a vida em festa se eternizarão em Cristo.
Experimente!
M Serafim

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Jesus vê apenas a nossa humanidade


O discurso de Jesus passa longe da cultura igrejeira, doutrinária e capitalista.
O discurso de Jesus possuía o tempero da vida...
Ele não foi a Grécia discursar filosoficamente para os pensadores gregos e nem Ágora nenhuma teve o privilégio de guardar a poeira das suas alparcas.
Primeiro viver e depois filosofar - se Jesus não fosse um rabino, mas, filosofo, ele seria o pai sobre todos pensadores.
A sua dialética perpassava qualquer estrutura ideológica e filosófica já vivenciadas pelos antigos gregos do Ocidente.
Em Jesus todas as vozes se calam.
Nele, a cada ação de amor humana, a cada ato por fé e a cada pulsão vem de ordem da natureza complexa do homem.
Não, Deus não será responsável por cada ação de ordem moral humana. Deus não poderá ser responsabilizado por cada ato de maldade humana.
A palavra de Jesus era bastante simples e objetiva - ela atingia o alvo certo. A sua atitude diante da calamidade e reprovação dos valores humanos o fez compadecer em misericórdias.
Ele via o homem vitimado pelo pecado, e por isso se compadeceu do mesmo, mas ele também o enxergou religiosamente presunçoso...
O seu olhar de amor e de graça atraia os mais maltrapilhas homens desgraçados rejeitados nus!
Seu discurso não era um discurso, conquanto, um "manda-ali-mento" na praticidade de se doar ao semelhante com todas as forças, energias e amor.
Nem Igreja, nem Israel, nem justos, nem santos, nem povo de Deus...
Não, os seus olhos estão sobre os homens mansos na face da Terra!
Vá e dê todas as suas riquezas aos pobres...,
Vá e ordene que os mortos enterrem os seus mortos...,
Vão e pelo caminho não parem em lugar algum e nem levem sandálias, comida e nem alforjes...,
Vá e negocie com seu credor e perdoe aquele que não poderá te restituir...,
Vá e faça um banquete e convide os rejeitados, aleijados, cegos, órfãos, pobres...,
vá e dê suas ofertas a viúva e ao órfão desamparados...,
Vá, ensine, viva e pregue o evangelho e viva do evangelho...,
Vá e desapegue-se de tudo que porventura tenha te possuído e depois venha, carregue a sua cruz e siga-me.
A consciência que adquirimos andando na vida com Jesus e pondo-a em prática na comunidade congregacional do mundo neste chão, é a nossa cota e porção de felicidade e muitas alegrias debaixo deste sol.
Não, Jesus não tem de fato nada a ver com estas estruturas de poder e "estados" islâmicos ou cristãos que surgem a cada dia.
Jesus tem compromisso é com quem ama o seu próximo (a Criação) sem ou com religião; com ou sem o extremismo religioso ou político.

Mas com quem enxerga a humanidade nos outros.
Amar da boca para fora todos nós amamos.
Mas amar o inimigo que nos persegue a fim de nos destruir, isso que é mui difícil, manos.
Confesso para vocês que, eu estou aprendendo a andar em tal amor.
Ser discípulo não é para todos, mas creio que chegarei lá.

M Serafim

O Templo



Quando Jesus disse que iria "derrubar" o Templo dos judeus, a galera espalhou brasas.

Todavia, Jesus não disse o que eles disseram e é exatamente o que muitos sacerdotes-pastores evangélicos judaizantes sustentam até hoje - " Querem destruir o nosso templo pé-de-meia; o nosso ganha pão; a nossa fonte de lucro/luxo - levamos muito tempo (e isso requer muito dinheiro) para construir este templo - "Uma casa para Deus", e vocês querem derrubá-lo? Vocês também possessos desigrejados?!
Sem alarde senhores, desejo-vos informar com todo carinho que Jesus continua com a mesma opinião acerca do "templo". 
Vós sois o templo de Deus; a Igreja que esteve oculta dentre séculos pela presciência de Deus e que agora fora MANIFESTA para todas as demais gerações que amam a Deus e abraçam o evangelho na alma.
Levando-o na vida, neste chão com toda a relatividade humana, tacanha, caída, consumida pela mentira e ambição humana. Conquanto firmes na fé salvífica e operante com base no Seu amor, sem romancear a relação entre Jesus e você , nós.
Jamais: se reunindo e congregando como indivíduos institucionalizados pela culpa e escravizados pelo medo (os já seus e os que foram de certo modo acrescentados por outros em confinamentos religiosos) e restrições doutrinárias (sempre haverá um guru para te mostrar o que seja certo/santo e o que seja errado/pecado para vc seguir).
O indivíduo que nunca chega a maturidade de um discípulo de Cristo, estará sempre na necessidade de que alguém o carregue nas costas para tudo.
Vivamos, porém, com fé, realidade, objetividade e amor solidário entre todos.
Deus nunca quis saber onde seria tais encontros e reuniões diante da PALAVRA DO EVANGELHO NA VIDA!
Dica: Siga os exemplos e abordagens de Jesus e deixe o vento do Espírito te conduzir (examine nos evangelhos, o" método", a "forma" e a "maneira" como Jesus agia e seja um discípulo apenas dele).
Só sei que nada sei, e só digo o que sei: Eu nada sei do que será o amanhã. 
Mas confio nas mãos dAquele que tudo sabe. 
O meu trabalho eh apenas descansar Nele.
Quanto a mim, ninguém precisa se escandalizar, pois, eu não sairei por aí derrubando "templos" não, embora, eu seja totalmente contra a quem construa-os.

M Serafim

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Como assim?



Manter o equilíbrio sobre o terreno das emoções pereça ser algo heroico, ou, para poucos.
Viver como um equilibrista circense na linha de uma corda bamba, é mais fácil que evitar bater de cara com os nossos corriqueiros problemas e nunca poder resolvê-los.
Problemas todo mundo têm, mas as vezes, somos levados enganosamente a pensar que temos mais problemas irresolúveis que as demais pessoas neste mundo.
E a ansiedade?
Sendo ela, um dos maiores males psicológico.
Ela é responsável pela porta que abre porta para outros transtornos psicológicos.
"A ansiedade é uma excitação do sistema nervoso central, que acelera o funcionamento do corpo e da mente. Quando estamos ansiosos, liberamos o neurotransmissor noradrenalina, que provoca toda essa excitação. É um processo que pode ser tanto hereditário como adquirido através das experiências que temos nos ambientes mais hostis. A ansiedade está intimamente vinculada à forma como interpretamos as situações da vida".
Mas quem de fato estará preparado para os desafios desta vida moderna?
Quem?
Peçamos a ajuda de Deus - andando com as nossas próprias pernas - para que não gastemos a nosso vida ansiosamente preocupados com o dia-a-dia...
A ansiedade não muda nada, apenas nos adoece psicossocialMente.
Optemos, por favor, em levar uma vida menos futurista, menos estressante e menos correndo.
As pessoas não andam mais, elas vivem andando-correndo num louco frenesi...
Não há "chegada" alguma e nem pódio para quem "alcançar" a ponta nesta corrida entre o corre-corre e a necessidade ativista das coisas para ontem...
A demanda só aumenta conforme aumenta a nossa ansiedade subjetiva.
Ora, se não dê para "matar" (resolver, solucionar, quitar) tal problema, não seja irresponsável, mas não morra por causa disso..o mundo não irá se acabar, a situação irá apenas piorar, e que é pior, você poderá surtar já que não se pode mudar a natureza das coisas e nem dos acontecimentos segundo a nossa excitação...
Pense com calma, tente exercitar a paciência.
Pense diferente.
Pense criativamente, oxigenize-se, e com um ar já renovado, recobrada as forças e energias, expire o problema e inspire gratidão pela circunstância qual você está tendo mais uma grande oportunidade de sair vitorioso diante das adversidade para com a vida - agradecer já seria uma boa pedida para começar a resolver tal problema.
Pense que as coisas irão mudar sim, mais cedo ou mais tarde, mudarão, elas se encaixarão nos devidos lugares e quebra-cabeças, seja otimista e crente.
Cultivar uma vida serena e nutrida com leveza, traz harmonia espiritual, mental e hormonal.
Ta aí, a grande problemática da vida é não sabermos lidar com os (nossos) problemas.
A nossa própria complexidade exige de nós resoluções razoáveis práticas e respeito aos nossos psico-limites.
Este recado serve para ambos os sexos!
M Serafim 12-11-15

sábado, 7 de novembro de 2015

Tira uma Selfie


Quem precisaria de um ensaio sobre novas estruturas do pensar?

Saber pensar significa, indissociavelmente, saber pensar o seu próprio pensamento. 

Precisamos pensar-nos ao pensar, conhecer-nos ao conhecer. 
É essa existência reflexiva fundamental que não só a do filósofo profissional e não deve estender-se apenas ao homem de Ciências, mas deve ser de cada um de e de todos. 
“Descartes” a ideia do método que até aqui lhe tenha engessado cartesiana-mente, mas não o abandone por total. 
Ah, esse mundo é bastante aristotélico - refaça uma nova linearidade para que em você surja uma nova cosmo-visão. 
Já deixamos a muito tempo de nos consideramos o sol do universo. 
Nada mais é patético que a nossa lei - a "Acharia", ainda pensarmos que é o Sol quem rodeia a Terra.
Corremos sérios riscos de cultuarmos o nosso Ego-centro-pólo-lógico mundo, tendo o homem como a medida de todas as "co(u)isas". 
Sofismas, materialismo e o amor fati. 
Sofistas, cínicos, estoicos, epicureus-, e religiosamente, Tomás de Aquino. 
Viva a “República” e saudações a "caverna". 
Doravante, a emancipação do ser nos coube sem eliminar os nossos “fantasmas” e as nossas “sombras”. 
Pulamos de "ego-em-ego" até a eureca psicanalista do "eu". 
O homem é espírito. 
Mas o que é o espírito?
É o "eu". Mas, nesse caso, o "eu"? O "eu" é uma relação que não se estabelece com qualquer coisa alheio a si, mas apenas consigo mesma. Ele consiste no orientar-se dessa relação para a própria interioridade, mais e melhor de que na relação propriamente dita. Não é a relação em si o "eu", mas, sim, o seu voltar-se sobre si mesma, o conhecimento que ela tem de si mesma depois de estabelecida. 
É o amor ao conhecimento que nos presenteia com a verdade. 
É conhecendo a realidade que adquirimos aos poucos uma reflexão sobre os saberes disponíveis - a filosofia não é uma ciência e nem tampouco um saber pronto. É, antes de tudo, um modus vivendi. 
Por isso Kant, afirmou: "Não pode aprender filosofia, só se pode aprender a filosofar". 
Alguém já disse que uma ação vale mais que cem palavras. 
Todavia, filosofar é preciso. 
Uma cabeça um mundo - uma psicologia, uma filosofia. 
Razão e sensibilidade, duas irmãs univitelinas que jamais deveriam separar-se (elas se separam quando não são discernidas), Jane Austen que o diga. 
Aristóteles comparou nossas almas a tábuas vazias, seria por isso que Deus tenha escrito a sua lei e eternidade em nossos corações? 
Leibniz, sensivelmente opina metafisicamente: "Não existe causa externa que atue sobre nós, exceto Deus: e somente ele se comunica imediatamente conosco, em virtude de nossa dependência contínua. De onde se segue que nenhum outro objeto externo nos toca a alma nem excita imediatamente a percepção". 
Guiado pela razão, Voltaire, criticou irônica profundamente as estruturas de poder, influenciando com seus escritos a liberalização das instituições e as reformas sociais. 
Idiota, talvez tenha sido quem na experiência dos irmão karamov não subtraiu para si conhecimento, sabedoria e fineza de espirito. 
O próprio Lenon Tolstói elogiaria tal obra do Russo cristão até os dias de hoje. 
Já os discípulos de Copérnico acreditavam que o sol se levantava e se ponha todos os dias sobre eles. 
Ora, mas isso é normal e o que há de mistério nisso?
O que não é normal e fácil seria alguém intelectualmente ser jogado na fogueira da “santa igreja” como foi Galileu - só por ter falado astronomicamente a verdade. 
F. Dostoiévski viu por muitos anos o sol nascer quadrado e nem por isso ele abandonou a sua fé em Deus - "Prefiro ficar com Cristo a ficar com a verdade". 
A verdade é o tesouro que o filosofo busca encontrar. 
Moral, ética, estética, logica e razão. E uma dose de doce loucura, uma carta que Erasmo de Roterdã enviou para seu amigo, um elogio da loucura (risos).
Nietzsche, enveredado pela teleologia (doutrinas baseada no hegelianismo e no aristotelismo) se opôs a moral filosófica alemã de sua época quanto a moral cristã luterana, pela qual foi engendrada nele, pelos seus pais em tenra idade. 
Seu pessimismo filosófico Schopenhaueriano deu espaço para a filosofia de Spinosa –“O meu deus é o mesmo deus de Spinosa!” - e sustentado na moral filosófica de alguns filósofos francese, pelos quais ele tinha grande inclinação (no campo da moral e da ética). 
Nietzsche foi o Zaratustra de sua época, assim como também foram: Carl Max, Kafka, Max Weber e Sören A. Kierkegaard. 
Os miseráveis somos todos nós nos ensinou Victor Hugo.
“O homem é uma síntese de infinito e de finito, de temporal e de eterno, de liberdade e de necessidade, é, em resumo, uma síntese”.
Todos eles estavam à frente cem anos da sua geração de pensadores... 
Amores, conceito sobre a ironia, o que seria o desespero humano, a solidão, a justiça, a fé, as dores, as alegrias sempre foram embates sobre os lombos destes homens inacabados que dialeticamente vociferavam em vossas 'Ágoras'. 
O humanismo serve até quando os humanos se julgam humanos ao ponto de servir uns aos outros com humilde humanidade. 
O humanismo só aniquila a presença de Deus no mundo quando fazemos de Deus uma religião e do humano-humanismo, Deus.
De religioso e de pagão todo homem tem um pouco. 
Ser um religioso é diferente de possuir uma religião. 
Se o que o liga a Deus tem-no reatado a comunhão com Deus, isto o fará um indivíduo não-religioso dogmático, porém um ser que tem religião! 
Nada entre dogmas, doutrinas estereotipadas com a cara de Deus...nada de rituais e liturgias que o farão “santo”. 
Para além do “bem e o do mal”, Deus habita no temor do homem que o treme.
Imaginar um mundo sem Deus é imaginar que tudo seja permitido, inclusive a não-santidade. 
Não acreditar em Deus possa ser um direito do homem, porém, tentar execrá-lo do convívio de muitos é um erro que aborta um universo de acontecimentos e eventos fantásticos - ou mesmo uma blasfêmia. 
Quem seria mais anticristão que nós? 
Quem mais combateria o amor de Cristo em nós, senão, nós mesmos? 
Quem mais resiste a graça de Deus acima de nós?
Quem menos se ama, ama menos o próximo. 
Amar ao próximo requer primeiramente amor próprio, isso não é pecado. 
A maior utopia é o exercício de um altruísmo fingido. Isso sim é pecado.
Fingido altruísmo é querer provar para si mesmo que ama a Deus sem nunca tê-lo visto, mas preconceituosa odeia o seu próximo com quem convive todos os dias.
A maior prova de amor humanamente falando é amar o seu semelhante como a si mesmo. 
O permanecer é a locomoção mais sensata. 
Permanecer no caminho do conhecimento de si e para si. 
Dito isso, o saber, que é o troféu dos amantes do conhecimento, se tornará mais prático na vida de quem decidiu unilateralmente amar o conhecimento sobre si. 
Quem já conhece a si, tem o privilegio de agora amar em conhecer os outros!
Aqui nascem todas as boas amizades do bom viver.
Ai de meus saberes, Sartre soube muito e do muito que o filosofo moderno francês soube, conheceu, tais saberes já tinham seus pais.
Não há nada de novo aqui embaixo.
As coisas se reestruturam, reciclam-se e se renovam.
Lavoisier disse que a matéria se conserva inata.
Portanto, eu digo: Para trás de mim, Narciso!
Sou apenas um eremita no Caminho da existência.
Tenho por certo que em Cristo reside todo conhecimento e todas as riquezas que necessito!

M Serafim 07-11-15

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Perdão é dádiva



Creiam, a única ló-gi-ca - se é que exista - do Evangelho é o amor, o amor de quem se dá em perdão e sempre...[...].

Não existem explicações para tanto perdão que se dá sem se pedir ou se comprar...

Perdão se dá e não se recebe...
Perdão se oferece e não se negocia...
Perdão por si só é dádiva...é um dom.
O perdão carrega em si: libertação, redenção e cura!
Perdão é parente relacional de salvação, salvação de todos os estágios de morbidez da alma e do espírito muitas vezes enlutado.
Sem perdão não há Salvação!
Perdão tem dono, o proprietário é quem dá e geral-Mente nunca o que o recebe, posto que este já  esteja "salvo-da-morte"  dos que não perdoam..
E quem está salvo de si mesmo e de suas iras, o único desejo que o habita existencial-MENTE é o de salvar gente. Gente que não consente perdão; gente que nunca experimentou o perdão; gente que odeia gente com ódio de morte, mas que morta esteja.
Em nome de Jesus, ressuscitaremos muita gente de agora em diante, perdoaremos.
Vá e indo no caminho você discernirá que são os sábios, os fortes e os amáveis neste chão arenoso das afetividades que, vivem abundantemente para pedir, e dar perdão ao agravo que ele mesmo recebeu de outrem...

PENSE SOBRE ISSO!

M Serafim

domingo, 18 de outubro de 2015

Jesus, os Fariseus e o Adultério



                                                      Por Mano Serafim


Os já adúlteros de coração (alguns judeus e fariseus da época de Jesus), posto que, os vossos corações viam adultério em tudo e nas relações de todos e como defensores da moral religiosa da época, questionaram a Jesus sobre os relacionamentos envolvendo o matrimonio.

Jesus como sempre, não lia a Escritura como eles a liam, porém a lia com base no amor pelo amor...
E sendo assim, Jesus pôs Moisés como Legislador/medianeiro entre o coração e a verdade da Lei diante deles - "Moisés vos deu carta de divórcio pela dureza de vossos corações" (mas eles se justificavam pelo conceito de moralidade da religião da época). Decerto que nenhuma traição seja justificável, porém, eu pergunto: A maior traição, melhor, ela não dá incio quando o individuo já casa sem amor? 
Visto que o próprio indivíduo já casou "traindo-se"? 
Ora, o poder que une dois corações numa só carne é o amor, e quando este "ente-de-amor" morre, o que restam são as "maldições" do peso da Lei moral. 
Quando acaba o amor ainda existe chances no matrimonio, se todo esforço fosse feito/realizado em nome do amor? - não seria o mesmo o que Jesus dizer como assim disse: Se você ama perdoe (este é o viés de Jesus, quem ama perdoa e quem muito perdoa revela que muito ama), e se não ama divorcie-se (foi o que disse Moisés). 
Mas não, a sociedade era bastante patriarcal e machista para evoluir á mente de Jesus naquela época!
Opa, o Mano está fazendo apologia ao adultério, divórcio ou coisa desse gênero?
Não, mas é que eu desejo ser um pouco mais realista que um romancista desnecessário.
Aliás, os poetas também mentem!
M Serafim 18-10-13

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Felicidade


É de felicidade em felicidade que a alma enche o papo...
Da feliz eternidade provesse a vida, e sem ao menos se preocupar de gastá-la de primavera em primavera.
Muita gente pagaria para ser feliz, custe o que custasse. 
Poderíamos "já nascer" eternos e eternizarmos todos aqueles deliciosos momentos de felicidades na vida na demanda de seu imediato. 
A felicidade não é eterna, a felicidade se eterniza em nós, agentes do tempo.
A felicidade não possui lotes e nem etiquetas, a felicidade consiste desde aqui em se ser decididamente feliz eternamente.
A tal felicidade não nos cobra cachê, mas sobre uma perspectiva utópica e efêmera, muitas vezes nos obriga ao dever-de-ser feliz.
A gente até que poderia escolher, né?
Assim, escolher em não nascer para se entristecer sempre, mas a gente somente escolhe ser feliz por ter que ser. Não existem caminhos que nos leve a felicidade plena.
Duvido que exista alguém que porventura escolha ser eternamente triste. 
Mas não, a gente pensa, treina o cérebro e sacrifica a vontade o tempo todo em almejando a medida de ser feliz. 
Vale a tirania do próprio existir que, nos empurra inconscientemente neste chão arenoso e afetivamente árido para um medíocre conceito consenso sobre ser feliz (um padrão estático). 
A sua cara é revelada, a mentira.
Aquele que busca felicidades nas pessoas; nas coisas e nos objetos, perecerá sempre na desventura de jamais o ser.
Se é feliz sendo e não desejando.
Felicidade plena?
Nesta vida é um engodo.
M Serafim

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Retorna-te ao que se é.



Do que adianta tantos saberes se a alma não sabe sentir?

Sentir-se-á solitária ainda que estando rodeada de gente.

Ser ou não ser, eis a questão?
Sentir ou não sentir muitos não fazem questão.
Autenticidade. 
A coisa mais estressante que existe na vida é ser extamente autêntico...
Exatamente, talvez você não tenha sido sincero (a) ou esteja sendo você mesmo (a) até aqui.
De alguma forma tenhas vivido a vida de outro, outra vida que não a sua...
Tens de algum modo fingido ser alguém que tanto admiras?
Tens se entregado a possessividade permissiva malévola de outrem que até mesmo não conseguindo repelir, embora tu e somente tu mesmo (a) abominas?. 
Seriam as máscaras que te fazem sombras sobre o "eu"? 
Tens tu posto acima de tu, sendo a tua própria alma fugidia, te escondido por detrás delas?
Salve-se a si mesmo(a), refaça o caminho de você mesmo (a) e em direção a você mesmo (a)...
Tens tu ciência de algum um atalho? 
Certamente que sim.
Você poderá perder o tesouro mais valioso que o ser humano possui -  o seu ser - a você mesmo(a).
Portanto, deseje interiormente torna-se ao QUE SE É.

M Serafim

sábado, 10 de outubro de 2015

Félosofia



Filosoficamente, o homem não pode ser 100% livre.

Mas qual a porcentagem de liberdade que há nisso?
A filosofia aprova uns 30%?
Não me serve.
Uma filosofia que se autopromova como única verdade e reflexão e se considera auto-suficiente, é burra!
A filosofia busca um fundo de verdade sobre as perguntas não-respondidas...seja na metafisica, na Natureza ou na existencialidade antropo-lógica.
A necessidade humana de sentir-se livre perpassa o conceito ordinário de ser livre filosoficamente.
Penso, logo existo.
É livre todo aquele que tem consciência da verdade.
A verdade é absoluta.
A minha verdade é somente a minha verdade filosófica subjetivada ao meu universo individual. E só.
Portanto, a verdade do outro é também uma realidade diante da minha real verdade.
Essa verdade que a chamo de minha, é quem me faz de um autêntico pensador.

Um pensador livre.

Livre pensador (será?)

A verdade estará sempre alinhada com a Realidade Absoluta (Deus).
A liberdade é fruto de uma consciência aprofundada na realidade da verdade absoluta.
Assim como a filosofia age no intuito de discernir a verdade das coisas (mas não é a verdade das coisas), a verdade que em nós matura, exerce uma função ética, emocional e intelectual da Verdade divina.

A nossa filoso-fia é vã;

A nossa psico-logia é vã;
A nossa ideo-logia é vã;
A nossa socio-logia é vã;
A nossa antro-polo-gia é vã;
A nossa acho-logia é vã,
O evangelho é sã(o).

M Serafim



sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Consciência no Evangelho



Quando o homem entende e crê no puro e simples evangelho da Graça de Jesus Cristo, o mesmo deixa de ver a sua salvação como fruto de seus esforços pelas suas "boas obras"...
Aí meu caro amigo, toda filosofia religiosa seja qual for ela, se dissolve.
Ele começa a entender que, as suas obras de caridade não o justificam jamais diante de Deus, pois, a justiça de Deus tem nome :Jesus!
Posto que, não seja pelas suas obras meritórias que a Graça de Deus vem ao seu encontro, pelo contrário de tudo isso que se pensava meritoria-mente, ela vem ao seu encontro quando se discerne no espírito e no coração que não mercemos nada e assim entendemos que não há nada em nós que poderá ser maior do que foi feito por Jesus na cruz e por nós.
Tal realidade acontece quando nos divorciamos de todas as nossas próprias justiças diante do Pai...
Daí, a prática da "caridade obrigatória" deixará de ser-nos um peso existencial e que só fazia aumentar o sentimento de culpa em nós - o famigerado descarrego de consciência, ou em última análise, o nosso egoísmo é tão egoísta que o auge de estarmos possuídos do nosso próprio egoísmo desejamos ajudar.
Porque é justamente quando se apropria da Graça do Evangelho na vida em amor crístico que caminhamos em liberdade de vida, liberdade em ser, liberdade de ser livre para amar o próximo com toda coragem da fé e sem as cangas das religiões e dos carmas das obras da salvação meritória!
Saiba que é tudo presente de Deus, Jesus já pagou o preço.
E o amor verdadeiro que emana de Cristo em nós, faz com que as nossas predileções para com o nosso próximo desapareçam.
Pense nisso!
M Serafim

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Eu apenas creio no Evangelho


SE VOCÊ FOR DE VIÉS CALVINISTA NÃO ME ENTENDERÁ, SE VOCÊ FOR DE VIÉS ARMINIANO TB NÃO ME ENTENDERÁ, MAS SE VOCÊ FOR APENAS DO EVANGELHO, ME COMPREENDERÁ AINDA QUE NÃO CONCORDE COMIGO (TEXTO).

Eu sempre encarei com franqueza, simplicidade e lucidez o evangelho.
Para mim pouco me importa o que Lutero, Calvino, Armínio dentre outros pensaram.
Nos evangelhos a ABORDAGEM de Jesus é individual e não pelo coletivo.
Isso mesmo, começa lá no coletivo, mas morre aqui na subjetividade de cada indivíduo.
Aliás, não houve ninguém que indo até a ele e não se aliviou de suas cargas existenciais, carmas, castas, angustias e pesadelos (medos).
Quando a minha salvação depender somente de mim ou totalmente de mim, já não necessito mais de um Salvador.
Eu não consigo me salvar, mas posso receber a graça como um favor imerecido.
Tanto foi oferecida a mim como foi oferecida a Hitler.
Mas há quem diga que, existir para fazer a vontade de Alguém é clausura existencial, é não ter escolha, é não possuir livre arbítrio, ou mesmo que tudo já esteja escrito nas estrelas.
Já que os dois caminhos que foram postos diante de mim foram o caminho para a morte e o caminho para a vida.
Eu penso que, a nossa condição nos diz tudo, somos/fomos criaturas.
E como criaturas recebemos este fluxo da Graça de Deus - isso não tem nada a ver com democracia - quem decidiu unilateralmente foi o Criador. E graças a Deus ele decidiu nos amar.
Foi como disse o Apóstolo Paulo, não teria o domínio, poder e o direito do "oleiro" sobre os "vasos"?
Daí eu vejo mais amor ainda, quando livremente o Criador revela dois caminhos para que possamos escolher livremente, mas quem toma qualquer decisão é o homem.
Eu compreendi que o amor faz dessas coisas...
Ele mostra os caminhos e permite que o indivíduo o escolha - ainda que um dos caminhos leve a morte ou separação eterna de Deus. Do contrário Deus não seria Deus e Deus não seria um Deus de amor.
Desta forma, para os que me discernem, eu vivo caminhando por fé no amor de Jesus, salvo, embora sem saber se serei salvo?
Sim!
Porque quem me salva não sou eu, mas Deus.
O critério de julgamento dele passa longe do meu - há soberania divina como também há liberdade humana. Jesus disse: "Para essa hora eu nasci" e em outra Escritura disse: "Se for possível passa de mim este cálice!". Dito ele isso, não implica que Deus já o tinha predestinado ao calvário, e se o tivesse, antes seria o próprio Jesus quem deveria aceitar a sua "eleição", posto que antes de tudo venha a fé. Não poderia ter Jesus orado a Deus desistindo de morrer por todos e de imediato Deus o enviaria 12 legiões de anjos?
Claro que sim, está escrito esta hipótese!
Meu Deus, o meu conceito e discernimento de santidade nem arranha a assombrosa santidade divina.
Eu oro para que eu apenas não seja confundido, pois, para além de mim e de minhas obras eu jamais seria glorificado se Jesus não estivesse em mim e eu Nele.
Eu confio no seu amor e não na eleição teo-lógica, ou quer que seja alguma predestinação doutrinária.
A Graça me faz sonhar!
M Serafim

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Quem o gerou, gerou.


 O Espírito "surta" para que eu em mim, não surte.

Independentemente de uma definição que determine o seu gênero e sexo, é o Espírito quem gera, alimenta e cria (nina) - ele é a nossa mamãe na constituição da alma.
É o Espírito quem intercede por mim e por ti com "surtos" inexprimíveis.
Não tente compreender humanamente a "psique" do Espírito.
É somente ele quem sabe qual é o surto antes que eu surte, e de minha alma, eu me desassocie...,
Tristeza profunda a psicologia deu o nome de depressão, a maneira de o Espírito me guiar, o fator prático, é a intuição.
Na maciota do Espírito até a tristeza salta de alegria, pois o Espírito surta o meu surto/curto circuito - no acordar triste, permanecer o dia todo e todos os dias triste, assim como deita-se tristonho e despertar angustiado consigo mesmo.
Qual indiferente seja a brisa a esbofetear a minha face; resistindo a aurora (as longas noites insones); com todos e com o mundo a minha volta - esse é o meu (que não é meu) surto oriundo pelo mal de cada dia.
Acordado, mas agora no polo da agressividade. Ela parecia passar, tão logo em mim recobrasse o bom humor, semelhante a uma nuvem estranha de um dia penoso, escura, espessa...todavia, ela ainda insiste.
Ela se agiganta, me/te agita, mais parece um pugilista insano, destemperado, extremamente agressivo, no pensar, no falar e no processar o que se ouve. Ela está aqui, aqui dentro do peito, me puxando para o confronto, dispensa o diálogo, infringe o equilíbrio psíquico.
Nessas horas, a aflição é coisa certa...a aflição é uma droga, ninguém acerta o alvo, mas peca, não é nada assertivo, mas furtivo. Foge do nosso inteiro domínio, embora nos domine por inteiro.
O Espírito sente, ora, clama. Empurra para cima, lança luz na escuridão da alma que sonda; traz de volta a primavera das flores e o seu perfume de esperança de dias melhores; retira os cardos e os agudos espinhos da agonia (é certo que nestes momentos em nós, não há forças para orar).
E final-Mente, o Espírito nos vence, ele vence o surto em nós, nos ergue para andarmos na Graça, a Graça que nos é dispensada sem nenhum tostão, embora seja caríssima.
Tenhamos fé, não desanimemos, não nos entreguemos ao mal que por vezes nos sobre venha em dias tenebrosos.
Entregue-se ao Espírito, ele te sonda e tem a capacidade ímpar de saber do que você necessita para viver em equilíbrio, físico, psíquico e espiritual...
Sim, Ele vem sobre a Terra e renova tudo, tudo que outrora nos era como uma noite super; um dia super e uma vida superficial.

M Serafim

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

E as pessoas?


As pessoas perderam a solução essencial de ser...
Petrificaram-se ao luxo dos teres.
A individualidade encabeça uma lista de autoproteção exacerbada na corrida pela sobrevida.
Estes, equecidiços, amnesiaram-se conforme superabundou o mal nas relações de potências e de poderes, elas, as pessoas, não mais param e pensam, esqueceram que a existência precede a essência.
Todo valor é pouco diante da hipervalorização dos preconceitos.
Quem aprendeu a julgar o outro esqueceu-se de si, de olhar para dentro de si. 
Este se perdeu no seu mundo do Mundo, este indivíduo deseja que todos sejam como ele.
O arrefecimento sentimental humano tem ganhado volume e força na medida que as pessoas optam pela competitividade.
Não há do que se gloriar, na medida que na disputa entre forças, a chance de um milhão perder é imensa, e o que se perde ou o que se ganha com isso?
Se ganha perdendo-se , isso ocorre com o indivíduo individualista egocêntrico, e perde-se ganhando quando o ganho é de viés coletivizado .
Quem assume a posição de líder tem que levar consigo a responsabilidade de muitos que o acompanham a um lugar seguro.
A mentalidade e condição de rebanho é um erro comportamental em massa...
Nada mudará se não for a partir de seu ponto de vista.
Muda-se o olhar, muda-se também o ambiente, a aparência de tudo.
O desejo ficará guardado nos campo das ideias, porém a vontade precisará da ação do agente-homem-indivíduo-ente-pessoa para fazer acontecer...
M Serafim

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Quem, Nietzsche?


A frustração de Nietzsche não foi com a música, pois, para ele a vida sem a música seria não tão somente uma "tragédia grega ", mas um tédio visceral para toda a vida. A sua decepção foi com Richard Wagner.
A frustração de Nietzsche não foi contra a mo
ral filosófica, mas com a moral filosófica alemã de sua época. A sua própria irmã depois de sua morte o havia acusado de fascista, tendo portanto manipulado muitos de seus pensamentos escritos ("Humano, Demasiado Humano").
A frustração de Nietzsche não foi contra o Deus desconhecido, nem quando ele grafou "Deus está morto", mas com as religiões fabricadoras dos deuses humanos.
Na construção do livro "O Anticristo" - no original alemão se lê: Contra o cristianismo. E não contra Cristo. O que fizeram de suas escritas é o que chamamos de balburdia dos "filisteus" (neologismo de Nietzsche).
A frustração de Nietzsche não foi com as mulheres, mas com Lou Salomé, poetisa e escritora intelectual russa (segundo a história ela teve vários amantes), por quem ele havia verdadeiramente se apaixonado, embora, ela jamais o tenha correspondido, senão por apenas interesse intelectual pelo filosofo.
A frustração de Nietzsche não o evitou de si mesmo, mas o fez escrever "Ecce Homo" (Eis o Homem) - é aqui que ele descreve quem ele é: "Nada", ou, em última análise, vontade de potência.
A frustração de Nietzsche não foi com as dores (físicas e da alma), mas com aquele homem religioso, exceto o de "espírito livre", a encara.
A frustração de Nietzsche não foi com o existencialismo humano, mas com a ignorância do homem "rebanho" conseguir sobreviver para além do bem e do mal diante de um "livre arbítrio" - embora para o homem sem a liberdade de escolha.
A frustração de Nietzsche não foi com a psicologia pródiga da antiga Alemanha que despontava para a sua derrocada, mas com toda uma Europa assolapada na arrogância materialista e capitalista pós guerra...
A grande frustração de Nietzsche, tenho por certo, foi a sua vinda antes do tempo, antes que o tempo o aguardasse como "profeta" das grandes verdades...
Mas a verdade é que este filosofo psicólogo deixou a sua marca na História, no pensamento filosófico moderno. Ele criticou também uma meta física fadada ao budismo (A.Schopenhauer)
Estudar filosofia e não "sondar" a mente de F. Nietzsche seria o mesmo que "retro-ceder" as primeiras obras mortas, das quais o "eu" Zaratustra jamais poderia proferir palavras proféticas como foram vaticinadas por Nietzsche, isto é, a 100 anos a sua frente.

M Serafim