terça-feira, 20 de outubro de 2015

Perdão é dádiva



Creiam, a única ló-gi-ca - se é que exista - do Evangelho é o amor, o amor de quem se dá em perdão e sempre...[...].

Não existem explicações para tanto perdão que se dá sem se pedir ou se comprar...

Perdão se dá e não se recebe...
Perdão se oferece e não se negocia...
Perdão por si só é dádiva...é um dom.
O perdão carrega em si: libertação, redenção e cura!
Perdão é parente relacional de salvação, salvação de todos os estágios de morbidez da alma e do espírito muitas vezes enlutado.
Sem perdão não há Salvação!
Perdão tem dono, o proprietário é quem dá e geral-Mente nunca o que o recebe, posto que este já  esteja "salvo-da-morte"  dos que não perdoam..
E quem está salvo de si mesmo e de suas iras, o único desejo que o habita existencial-MENTE é o de salvar gente. Gente que não consente perdão; gente que nunca experimentou o perdão; gente que odeia gente com ódio de morte, mas que morta esteja.
Em nome de Jesus, ressuscitaremos muita gente de agora em diante, perdoaremos.
Vá e indo no caminho você discernirá que são os sábios, os fortes e os amáveis neste chão arenoso das afetividades que, vivem abundantemente para pedir, e dar perdão ao agravo que ele mesmo recebeu de outrem...

PENSE SOBRE ISSO!

M Serafim

domingo, 18 de outubro de 2015

Jesus, os Fariseus e o Adultério



                                                      Por Mano Serafim


Os já adúlteros de coração (alguns judeus e fariseus da época de Jesus), posto que, os vossos corações viam adultério em tudo e nas relações de todos e como defensores da moral religiosa da época, questionaram a Jesus sobre os relacionamentos envolvendo o matrimonio.

Jesus como sempre, não lia a Escritura como eles a liam, porém a lia com base no amor pelo amor...
E sendo assim, Jesus pôs Moisés como Legislador/medianeiro entre o coração e a verdade da Lei diante deles - "Moisés vos deu carta de divórcio pela dureza de vossos corações" (mas eles se justificavam pelo conceito de moralidade da religião da época). Decerto que nenhuma traição seja justificável, porém, eu pergunto: A maior traição, melhor, ela não dá incio quando o individuo já casa sem amor? 
Visto que o próprio indivíduo já casou "traindo-se"? 
Ora, o poder que une dois corações numa só carne é o amor, e quando este "ente-de-amor" morre, o que restam são as "maldições" do peso da Lei moral. 
Quando acaba o amor ainda existe chances no matrimonio, se todo esforço fosse feito/realizado em nome do amor? - não seria o mesmo o que Jesus dizer como assim disse: Se você ama perdoe (este é o viés de Jesus, quem ama perdoa e quem muito perdoa revela que muito ama), e se não ama divorcie-se (foi o que disse Moisés). 
Mas não, a sociedade era bastante patriarcal e machista para evoluir á mente de Jesus naquela época!
Opa, o Mano está fazendo apologia ao adultério, divórcio ou coisa desse gênero?
Não, mas é que eu desejo ser um pouco mais realista que um romancista desnecessário.
Aliás, os poetas também mentem!
M Serafim 18-10-13

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Felicidade


É de felicidade em felicidade que a alma enche o papo...
Da feliz eternidade provesse a vida, e sem ao menos se preocupar de gastá-la de primavera em primavera.
Muita gente pagaria para ser feliz, custe o que custasse. 
Poderíamos "já nascer" eternos e eternizarmos todos aqueles deliciosos momentos de felicidades na vida na demanda de seu imediato. 
A felicidade não é eterna, a felicidade se eterniza em nós, agentes do tempo.
A felicidade não possui lotes e nem etiquetas, a felicidade consiste desde aqui em se ser decididamente feliz eternamente.
A tal felicidade não nos cobra cachê, mas sobre uma perspectiva utópica e efêmera, muitas vezes nos obriga ao dever-de-ser feliz.
A gente até que poderia escolher, né?
Assim, escolher em não nascer para se entristecer sempre, mas a gente somente escolhe ser feliz por ter que ser. Não existem caminhos que nos leve a felicidade plena.
Duvido que exista alguém que porventura escolha ser eternamente triste. 
Mas não, a gente pensa, treina o cérebro e sacrifica a vontade o tempo todo em almejando a medida de ser feliz. 
Vale a tirania do próprio existir que, nos empurra inconscientemente neste chão arenoso e afetivamente árido para um medíocre conceito consenso sobre ser feliz (um padrão estático). 
A sua cara é revelada, a mentira.
Aquele que busca felicidades nas pessoas; nas coisas e nos objetos, perecerá sempre na desventura de jamais o ser.
Se é feliz sendo e não desejando.
Felicidade plena?
Nesta vida é um engodo.
M Serafim

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Retorna-te ao que se é.



Do que adianta tantos saberes se a alma não sabe sentir?

Sentir-se-á solitária ainda que estando rodeada de gente.

Ser ou não ser, eis a questão?
Sentir ou não sentir muitos não fazem questão.
Autenticidade. 
A coisa mais estressante que existe na vida é ser extamente autêntico...
Exatamente, talvez você não tenha sido sincero (a) ou esteja sendo você mesmo (a) até aqui.
De alguma forma tenhas vivido a vida de outro, outra vida que não a sua...
Tens de algum modo fingido ser alguém que tanto admiras?
Tens se entregado a possessividade permissiva malévola de outrem que até mesmo não conseguindo repelir, embora tu e somente tu mesmo (a) abominas?. 
Seriam as máscaras que te fazem sombras sobre o "eu"? 
Tens tu posto acima de tu, sendo a tua própria alma fugidia, te escondido por detrás delas?
Salve-se a si mesmo(a), refaça o caminho de você mesmo (a) e em direção a você mesmo (a)...
Tens tu ciência de algum um atalho? 
Certamente que sim.
Você poderá perder o tesouro mais valioso que o ser humano possui -  o seu ser - a você mesmo(a).
Portanto, deseje interiormente torna-se ao QUE SE É.

M Serafim

sábado, 10 de outubro de 2015

Félosofia



Filosoficamente, o homem não pode ser 100% livre.

Mas qual a porcentagem de liberdade que há nisso?
A filosofia aprova uns 30%?
Não me serve.
Uma filosofia que se autopromova como única verdade e reflexão e se considera auto-suficiente, é burra!
A filosofia busca um fundo de verdade sobre as perguntas não-respondidas...seja na metafisica, na Natureza ou na existencialidade antropo-lógica.
A necessidade humana de sentir-se livre perpassa o conceito ordinário de ser livre filosoficamente.
Penso, logo existo.
É livre todo aquele que tem consciência da verdade.
A verdade é absoluta.
A minha verdade é somente a minha verdade filosófica subjetivada ao meu universo individual. E só.
Portanto, a verdade do outro é também uma realidade diante da minha real verdade.
Essa verdade que a chamo de minha, é quem me faz de um autêntico pensador.

Um pensador livre.

Livre pensador (será?)

A verdade estará sempre alinhada com a Realidade Absoluta (Deus).
A liberdade é fruto de uma consciência aprofundada na realidade da verdade absoluta.
Assim como a filosofia age no intuito de discernir a verdade das coisas (mas não é a verdade das coisas), a verdade que em nós matura, exerce uma função ética, emocional e intelectual da Verdade divina.

A nossa filoso-fia é vã;

A nossa psico-logia é vã;
A nossa ideo-logia é vã;
A nossa socio-logia é vã;
A nossa antro-polo-gia é vã;
A nossa acho-logia é vã,
O evangelho é sã(o).

M Serafim



sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Consciência no Evangelho



Quando o homem entende e crê no puro e simples evangelho da Graça de Jesus Cristo, o mesmo deixa de ver a sua salvação como fruto de seus esforços pelas suas "boas obras"...
Aí meu caro amigo, toda filosofia religiosa seja qual for ela, se dissolve.
Ele começa a entender que, as suas obras de caridade não o justificam jamais diante de Deus, pois, a justiça de Deus tem nome :Jesus!
Posto que, não seja pelas suas obras meritórias que a Graça de Deus vem ao seu encontro, pelo contrário de tudo isso que se pensava meritoria-mente, ela vem ao seu encontro quando se discerne no espírito e no coração que não mercemos nada e assim entendemos que não há nada em nós que poderá ser maior do que foi feito por Jesus na cruz e por nós.
Tal realidade acontece quando nos divorciamos de todas as nossas próprias justiças diante do Pai...
Daí, a prática da "caridade obrigatória" deixará de ser-nos um peso existencial e que só fazia aumentar o sentimento de culpa em nós - o famigerado descarrego de consciência, ou em última análise, o nosso egoísmo é tão egoísta que o auge de estarmos possuídos do nosso próprio egoísmo desejamos ajudar.
Porque é justamente quando se apropria da Graça do Evangelho na vida em amor crístico que caminhamos em liberdade de vida, liberdade em ser, liberdade de ser livre para amar o próximo com toda coragem da fé e sem as cangas das religiões e dos carmas das obras da salvação meritória!
Saiba que é tudo presente de Deus, Jesus já pagou o preço.
E o amor verdadeiro que emana de Cristo em nós, faz com que as nossas predileções para com o nosso próximo desapareçam.
Pense nisso!
M Serafim