quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

PARA MUITOS, A SUA FELICIDADE ESTÁ NA MORTE?



Todos os dias fazemos alguma coisa - uma viagem mental - que nos proporcione felicidade ou algo que nos empurre para a in-felicidade.

A cada instante podemos sermos mais felizes, ou, mais in-felizes.
Tudo depende daquilo em que acreditamos. 
Na realidade são poucos os que sabem o que é a felicidade e o que não é ser feliz.
Frequentemente pessoas buscam ser felizes onde a felicidade não está, há quem diga de que a felicidade não existe.
Ser feliz está atrelado ao conhecimento que se tem de si mesmo e da finitude enquanto indivíduo que habita neste Planeta.
O não-ser feliz tem causa maior nos modus vivendi importados de outras pessoas... 
Gente que não se conhece, mas capta para si migalhas existenciais, restolho emocional e fluídos negativos.
Vivendo-se na expectativa da morte, aborta-se sempre a concepção de um novo horizonte com o sol brilhante. Este indivíduo jamais terá o seu lugar ao sol - se caso for este motivo pelo qual o faz viver.
Não há nada a lamentar sobre a morte, assim como não há nada a lamentar sobre o crescimento de uma flor. 
O que é terrível não é a morte, mas as vidas que as pessoas levam ou não levam até a sua morte. 
Gente que nunca se sentiu como gente e desconhece a (sua) essência de (ser) gente.
Indivíduos que não reverenciam suas próprias vidas, mijam em suas vidas. 
As pessoas as excretam. Idiotas medíocres. Concentram-se demais em transar, cinema, dinheiro, família, transar. 
Suas "mentes vazias" estão cheias de algodão. 
Engolem Deus sem pensar, engolem o país sem pensar. Esquecem logo como pensar, elas pensam que pensam, deixam que os outros pensem por elas. 
Seus cérebros estão entupidos de algodão. 
São dessemelhados ante a beleza, sim, são feios, falam feio, caminham feio. 
Toquem para elas as melodias de Bach, Hendel, Morzart, Wagner, Tchaikovsky, Beethoven, Vivaldi...cante a maior música de todos os tempos e elas não conseguem ouví-la. 
A maioria das mortes das pessoas é uma desgraça, não por ser uma fatalidade pela qual ninguém esteja imune, mas pela ignorância do infinito. 
As paixões humanas gastam, encurtam a vida.
Não sobra nada para morrer.
M Serafim